O início de 2026 marca um novo momento para o mercado imobiliário brasileiro. Após um 2025 desafiador, especialmente por conta das taxas de juros elevadas, o setor entra em uma fase de consolidação silenciosa, com sinais claros de maturidade, ajustes estruturais e retomada gradual da confiança.
Em Florianópolis e região, esse movimento é ainda mais evidente. A capital catarinense segue se destacando como um dos mercados mais resilientes e valorizados do país, contrariando médias nacionais e mantendo alta atratividade para morar e investir.
No Brasil, 2026 começa com uma trégua nos indicadores macroeconômicos. A taxa Selic, que encerrou 2025 em 15%, já inicia uma trajetória de queda, com projeções entre 12% e 12,5% até o final do ano.
Na prática, isso representa um impacto direto no bolso do comprador: cada ponto percentual de redução pode gerar uma economia de até 8% no valor das parcelas do financiamento, ampliando o acesso ao crédito, especialmente para a classe média.
Outro ponto importante é a Reforma Tributária, que entra em seu ano-teste com alíquota simbólica de 1%. Os efeitos variam conforme o perfil do imóvel:
imóveis populares tendem a ter redução de custos;
já o alto padrão pode sofrer um leve acréscimo, sem comprometer a demanda.
Florianópolis inicia 2026 mantendo seu título de um dos mercados mais aquecidos do Brasil. O preço médio de venda já ultrapassa R$ 12.600/m², enquanto o mercado de locação segue sob forte pressão, impulsionado pela escassez de imóveis e pela alta demanda.
A migração constante de profissionais de tecnologia, estudantes e investidores mantém a procura elevada, especialmente em bairros bem localizados e com infraestrutura completa.
Bairros em destaque:
Jurerê Internacional – luxo e alto padrão
Praia Mole – exclusividade e conexão com a natureza
Jurerê Tradicional – residencial nobre
Praia Brava – lazer e imóveis de alto padrão
Trindade e Itacorubi – alta